Redes sociais: menos também é mais?



Há fins de semana que servem para arrumar o armário e há fins de semana que servem para arrumar as redes sociais. Este fim de semana está a ser do segundo tipo, é por isso que me encontro neste preciso momento a ter um debate interior sobre a minha presença nas redes sociais. Atualmente estou presente no Facebook, no Pinterest, no Instagram, no Linkedin e no Google Plus.  Mas, apesar de eu considerar que a minha presença online já é bastante boa não resisti a criar uma conta no twitter na semana passada. Não é que eu ache que preciso de marcar presença noutra rede social, mas a verdade é que sempre tive uma certa paixão platónica pelo Twitter e pela forma como funciona, afinal de contas, eu sou uma aprendiz de minimalista e o Twitter é todo ele sobre economizar linguagem e dizer muito em pouco espaço.
Contudo, agora que criei a conta sinto-me reticente. Seis redes sociais é capaz de ser demais e, tal como acontece com o minimalismo, é importante saber quando é altura de dizer que menos é mais e de abandonarmos as coisas que nos estão a impedir de ter uma vida mais significativa, como defendem os The Minimalists. 
Mas, apesar de haver cada vez mais estudos que defendem que uma em cada três pessoas se sentem piores depois de estarem no Facebook, as redes sociais continuam a ser uma parte importante da minha vida, pessoal e profissional, e são mais vezes fontes de felicidade do que descontentamento. Ainda assim decidi seguir os conselhos do artigo The Minimalist Guide to Social Media e pensar sobre a utilização que faço de cada uma das minhas redes sociais.


O Facebook é a minha rede social de eleição para comunicar com amigos, partilhar momentos do meu dia, estar atualizada sobre o que se passa no mundo e partilhar o que vou escrevendo aqui no Minimal através da página de Facebook oficial deste blogue (se ainda não gostas da página esta é a altura certa para ires colocar um gosto!). 


Já o Pinterest é dos meus locais favoritos para estar quando estou online. Apesar de raramente entrar directamente em contacto com outras pessoas através desta rede social, é uma fonte de inspiração infinita para mim. 


O Instagram, tal como o Pinterest, estão na minha lista de redes sociais preferidas. Mas, enquanto que o Pinterest serve para inspiração, o Instagram serve para mostrar as minhas fotografias, sejam elas retratos meus, obras de arquitectura ou mesmo comida. 


O Linkedin, tal como o Google Plus, são possivelmente as redes sociais que eu mais dispensava mas, no Linkedin tenho o meu CV o que profissionalmente é bastante importante e, o Google Plus, bem, o Google Plus é a minha rede social fantasma mas ajuda-me a divulgar automaticamente os artigos que publico neste blogue e é uma excelente ferramenta para os conteúdos deste blogue aparecerem nos motores de pesquisa do Google.

Ao fazer esta análise apercebi-me que posso viver sem o Linkedin, sobretudo porque ao longo dos anos ele foi ficando aquém das minhas expectativas. Apesar de eu ter aproveitado as imensas possibilidades desta rede social sinto que me desiludiu como rede social para o mundo do trabalho. Dito isto, au revoir Linkedin.
Após esta rápida análise apercebi-me que dizer que tenho seis redes sociais é enganador, porque na verdade uso apenas três diariamente: o Facebook, o Instagram e o Pinterest. Quanto ao Twitter ainda vai estar em período de adaptação, mas talvez o melhor seja voltar aos básicos e continuar fiel às minhas redes sociais de sempre.

Pode haver quem ache que manter uma presença em seis redes sociais talvez seja demais, mas, para mim, é perto do ideal porque, tal como o minimalismo, menos nem sempre é mais e o que conta verdadeiramente é a nossa capacidade de perceber qual a quantidade de coisas que cada um de nós precisa. E quando tudo estiver a ser demasiado é fácil, é só saíres deste mundo e aproveitares as vantagens do mundo exterior.

7 comentários:

  1. Eu deletei meu linkedin! Fiquei com o facebook/twitter/instagram/pinterest. Sempre gostei do twitter desde que abri minha conta em 2008. Por lá fico sabendo de notícias mas ando pensando seriamente em desativá-lo, pois mal tenho entrado lá!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Bruna, desde que escrevi este post mudei de ideias em relação a muitas coisas. Acabei por não chegar a apagar o Linkedin mas decidi que o Twitter não era para mim. Agora uso apenas frequentemente o Facebook, o Instagram e o Pinterest!

      Eliminar
  2. Moro de vontade de largar o Facebook, acho ele muito poluído, mas a maioria dos meus amigos estão lá, então ele se torna uma tralha útil.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Daniel, também acho que o Facebook é muito poluído, infelizmente também preciso muito dele a nível pessoal e profissional. Talvez daqui a uns tempos seja mais fácil largar esta rede social.

      Eliminar
  3. Redes sociais vai de cada pessoa,hj eu vivo sem e me sinto bem

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu sempre gostei de novas tecnologias e de redes sociais mas sinto-me bastante bem quando às vezes me desligo e aproveito a "vida real" :)

      Eliminar
  4. Eu decidi me afastar das redes sociais depois de muitos anos de uso. No início foi muito difícil, confesso, mas vou fazer 1 ano sem e esse distanciamento é um grande aprendizado. Depois dessa decisão, percebi as necessidades que criei para mim mesma, as carências, os vícios e aprendi a viver sem precisar mostrar nada para quem quer que seja. A palavra seria libertação. Hoje, tenho mais tempo para ler, para me informar, estudar, viver momentos com mais qualidade e autenticidade e, inclusive, tenho mais tempo para descobrir novos prazeres. Me sinto mais feliz, mais perto de mim mesma... Ás vezes sinto falta, mas estou evoluindo muito, emocionalmente e espiritualmente. Retornar seria dá alguns passos para trás, pois não tinha autocontrole nesse campo rs. Fui me tornando minimalista, em tudo na vida, sem nem saber que existia um nome para tal. Parabéns pelo blog! Abraço!

    ResponderEliminar